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domingo, fevereiro 28, 2010
sábado, fevereiro 27, 2010
Sempre é possível fazer o bem
Por que não bebo - parte 2
A bebida mata. Prefiro morrer sóbrio.
Não beber é questão de solidariedade: é um chato a menos no mundo.
Beber é supérfluo. Quem bebe muito tem ressaca e acorda de mau humor no dia seguinte. Eu naturalmente já acordo de mau humor no dia seguinte.
Encher a lata é entediante. Cerveja, pinga, uísque, no final tudo vira urina mesmo.
Promoção carro zero 2010
Por que não bebo - parte 1
A bebida é um recurso escasso. Se eu beber, vai sobrar menos bebida para os que bebem.
Um bebedor a mais vai aumentar a demanda, e o preço da bebida pode subir. Então, não bebo.
Um bebum a menos é um lugar a mais no boteco, um mictório livre a mais na hora do aperto, um leito livre a mais no pronto-socorro...
Bebida faz mal para um órgão fundamental do ser humano: o bolso.
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Comercial de cerveja na Tv - quero fazer um
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
O juiz e a cabra - parte 3
O juiz pensou por alguns segundos. O que será que ele quiz dizer com aquilo? Teria suspeitado de algo?
- Como assim não é sua? O senhor mesmo a reconheceu. Trouxe até testemunhas que confirmaram a identidade da cabra – disse o juiz, tomando a dianteira naquela perigosa conversa. – Ou o senhor e as testemunhas disseram inverdades?
- Não, doutor. Eu tinha reconhecido a cabra porque parecia mesmo a minha cabra. Mas depois eu vi que não era. Ela é diferente. Por isso estou devolvendo.
- Mas, homem, esses bichos mudam mesmo. Essa experiência de ter ficado longe do senhor, de casa, deve ter abalado um pouco a bichinha. Vai ver foi algo que ela comeu por aí... Logo, logo, passa. Devolva, não. Pode levar.
- Doutor, mudança pouca até entendo. Mas acontece que uma cabra não pode diminuir de tamanho. Essa é menor que a minha cabrinha!
O juiz não sabia que sistema métrico ou que elemento de referência o camponês usava para medir seus animais, mas o instinto de honestidade daquele homem poderia causar problemas. Se ele levasse adiante a questão, iria chamar a atenção do povo e seria necessário tomar providências... Bem que seu pai dizia para ele fazer concurso para cartorário. Lidar com papel é menos complicado do que lidar com gente. O papel aceita tudo. Basta uns carimbos aqui e acolá...
- Doutor, posso deixar a cabrinha aqui, então? Ou levo para a delegacia? perguntou o cidadão, querendo trazer um pouco de prática ao diálogo.
O juiz, cercando o homem, foi direto ao ponto. – Impossível devolver. Ou o senhor leva essa cabra já ou fica sem cabra nenhuma, entendeu?
O matuto entendeu o recado e levou a cabra embora, deixando o magistrado a sós com a justiça dos homens.
Fim
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
O juiz e a cabra - parte 2
O juiz ficou atônito com a informação de que havia comido a cabra em poder da força policial e que deveria ser restituída ao dono.
- Tem algum problema, doutor? – perguntou um dos dois policias que guarneciam a cidade.
- Se a palavra “peculato” significa algo para vocês dois, tem – respondeu o magistrado, antevendo problemas.
- O que faremos então, doutor? O dono do animal que virou churrasco vai reclamá-lo na delegacia.
- Comprem uma cabra igualzinha e dêem para ele. Nem vai perceber a diferença. Vão, vão, depressa!
A dupla seguiu em diligência. Mais tarde, procuraram o juiz:
- Doutor, tudo em ordem. Reposição feita.
No dia determinado, o dono compareceu à delegacia e resgatou a cabrinha.
O juiz suspirou aliviado e retomou o seu expediente de uma hora diária.
Poucos dias depois, chamam o magistrado no gabinete:
- Doutor, tem um cidadão aqui querendo falar com o senhor (cidade pequena é assim, não precisa marcar hora).
- Mande entrar, disse o juiz.
- Ele não pode. Quer conversar com o senhor aqui fora.
- Como não pode? Não precisa ter cerimônia (a cidade era tão pequena e ordeira que quando o juiz entrava no restaurante, todos se levantavam).
- Ele pode, quem não pode é a cabra. Ela pode fazer feio aí dentro.
O juiz ficou surpreso. O que aquele sujeito queria com ele? E ainda trouxe a cabra... Na certa, queria agradecer, trazia algum litro de leite de cabra, essas coisas. O povo daquela cidade era muito dado a essas gentilezas para com as autoridades. Levantou-se e foi à porta.
- Tarde, doutor.
- Tarde. O senhor queria me ver?
- Sim. Sabe o que é doutor? Não posso ficar com essa cabra.
- Uai, homem, por quê?
- Essa cabra não é minha.
Fim da parte 2. Continua...
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Decisão que vai mudar a minha vida
terça-feira, fevereiro 09, 2010
O diabo riu da minha cara
Moleque de tudo, adorava um fliperama. Qualquer moedinha, qualquer troquinho de pão, torrava tudo com diversões eletrônicas.
Em um boteco perto de casa tinha uma máquina de fliperama chamada Buccaneer. Um dia passei lá para gastar fácil uns centavos que meu pai suou para ganhar. Como o dinheiro era de menos e eu era ruim demais, as bolas cromadas caíam vertiginosamente. Eu já ia lançar a última bolinha, o placar estava lá embaixo, e o desespero começou a tomar conta de mim. Meu vício pedia mais.
Antevendo a abstinência forçada pela escassez de recursos e de talento, apelei: “-Se o diabo existe, quero jogar sem ter de pagar!”
A última bolinha caiu direto e reto, alheia ao meu desafio.
Decepção.
Eu já ia virando as costas, quando outra bolinha se apresentou para continuar o jogo.
Achei estranho. Mas continuei a jogar.
A bolinha caiu. Joguei de novo. E veio outra. E mais outra. E mais outra.
Eu nem acionava mais os controles. Disparava a bolinha, ela percorria todo o percurso e caía direto. Imediatamente, a máquina fornecia outra bolinha para continuar a partida.
Desisti da brincadeira. Fui para casa ligeiro.
Naquele dia parei de jogar fliperama.
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Quer ser diferentão?
O dia em que o Batman me barrou na DC Comics ou o dia que conheci Alfred E. Neuman
domingo, fevereiro 07, 2010
O juiz e a cabra - parte 1
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
São Paulo, Amazonas
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
Escravos modernos
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
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Estou em crise. Queria escrever um poema. Só vingou um press release. Lead, sublead , pirâmide invertida. Que adianta onde, como, por que, ...



