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quarta-feira, janeiro 22, 2014

Negócios: a estratégia da aranha

A aranha é um bichinho interessante e temos a aprender muito com ela. Ela existe em todos os continentes, menos no gelo, e pode sobreviver longos períodos em jejum.

A maioria delas tem mais de um par de olhos e algumas enxergam até no escuro, mas os olhos não são seus únicos recursos sensoriais. É bastante engenhosa na arte de capturar suas presas com o mínimo de esforço. A principal tática é tecer uma estrutura adesiva muito resistente e biodegradável na rota de suas vítimas (elas manjam muito de geomarketing). Mas não é só isso. Algumas espécies também inoculam veneno.

Suas sensíveis pernas peludas (aranhas não são metrossexuais) sabem interpretar  vibrações na superfície e ar e avaliar o status e porte da presa por essas oscilações ao redor. As aranhas também identificam sensações similares a cheiro e paladar com seus receptores químicos.  Ou seja, lidam bem com big data.  
Aranhas cumprem uma “função social”. Sem elas, a população de insetos seria muito maior, comprometendo vários ecossistemas.

Centros de pesquisa já buscam inspiração nas teias para desenvolver materiais sintéticos que imitam a leveza e resistência das teias. Outros pesquisam o veneno delas para criar inseticidas “orgânicos”.


Versatilidade, criatividade, resiliência, “consciência ambiental”, capacidade analítica, consistência, eficácia e efetividade.  

O comportamento de uma aranha daria uma ótima tese sobre estratégia de negócios. 

segunda-feira, maio 16, 2011

Geomarketing

Marketing Geográfico ou Geomarketing é uma ferramenta que indica a melhor localização para uma marca ou negócio, de acordo com um monte de variáveis de mercado. Essa disciplina poderia contribuir muito mais com a coletividade se fosse amplamente utilizada. Se o mercado imobiliário, por exemplo, usasse o geomarketing, poderia orientar seus clientes a morarem em locais onde já residem pessoas com gostos afins ou fornecedores para suas necessidades e vice-versa.

No mundo do Geomarketing pleno, estádios de futebol seriam erguidos próximos das residências dos torcedores. Para não cansarem a sua beleza batendo perna por aí, as dondocas ficariam cercadas de salões de estética. Baladeiros disporiam de inferninhos na porta de casa para não incomodarem moradores de outros bairros. E as bocas de fumo teriam delegacias vizinhas, o que economizaria aos cofres públicos despesas com deslocamento de agentes, gastos com investigação e outros insumos necessários ao trabalho da inteligência policial. E as churrascarias poderiam funcionar ao lado dos criadouros e frigoríficos, assim as pessoas não vegetarianas poderiam apreciar melhor todo o civilizado fluxo da cadeia produtiva da carne.

Já eu me contentaria em morar bem longe de tudo.

A pedagogia dos corrompidos