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domingo, dezembro 22, 2013

domingo, dezembro 15, 2013

É natal

O meu cartum de hoje na coluna Mercado Aberto da Folha de S. Paulo é sobre o natal. Ou quase isso. Página B2.

quinta-feira, agosto 01, 2013

Blue chip ou small cap?

Você é blue chip ou small cap? Este é o tema do cartum publicado hoje na Coluna Mercado Aberto da Folha de S. Paulo (página B2).

sexta-feira, julho 26, 2013

PIB

Em tempo: a Folha de S. Paulo publicou um cartum meu sobre PIB e pré-sal na Coluna Mercado Aberto de hoje:

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/2013/07/1316827-mg-tera-shopping-para-atacado-de-r-280-mi.shtml

segunda-feira, maio 13, 2013

O maior fundamento da economia

Hoje, a coluna Mercado Aberto, da Folha de S. Paulo, publicou um cartum meu sobre o principal fundamento da economia. Tá lá na página b2.

Um abraço,

Marcelo de Andrade (Mandrade)

terça-feira, abril 19, 2011

Mercado Financeiro e o Entretenimento

Estatísticos e engenheiros tem queimado boa parte de sua massa cizenta construindo modelos matemáticos para prever o comportamento do mercado financeiro e das ações comercializadas. Tudo muito científico e racional. Mas a verdade é que o comportamento das bolsas tem um componente imponderável e decisivo, que é a percepção dos investidores e analistas financeiros sobre as empresas, seus negócios, cenários e oportunidades. Isso é subjetivo.

O sujeito tem uma noite horrível, acorda com o pé esquerdo e o mundo para ele vira um inferno naquele dia. Seu juízo para os negócios está comprometido. Se, por outro lado, ele, por alguma razão íntima e aleatória, se simpatiza com alguma empresa, faz boas resenhas sobre ela em seu relatório. Portanto, é o humor, paixão e ódio das pessoas, coisas bem mundanas e nada algorítmicas, é que determinam a oscilação dos indicadores do mercado financeiro.

Em vez de contratar executivos financeiros para cuidar do relacionamento com seus investidores, acionistas e analistas, as empresas deveriam requisitar os préstimos do pessoal de entretenimento: cantores, atores e atrizes, roteiristas e diretores de cinema, especialistas no encantamento e sedução das massas. Esse pessoal está plenamente capacitado para influenciar os influenciadores. Desde os tempos da Grécia Antiga, passando por Roma e Guerra Fria, é essa turma que comanda o ânimo das multidões.

Aliás, o relacionamento dos profissionais de entretenimento com a ciranda financeira não é recente. Mick Jagger largou o curso de economia para cair na estrada com sua banda (não é à toa que as turnês deles sempre estão entre as mais rentáveis). O performático e versátil David Bowie já abriu um banco, o Bowie Bank. E o Bono Vox tem uma empresa de private equity, a Elevation Partners. Todos artistas e executivos bem-sucedidos.

Imaginem o sucesso que não seria uma assembléia-geral mediada por um comediante de stand up?

segunda-feira, maio 31, 2010

Eu na Folha de S. Paulo de 31/05

A Folha de S. Paulo publicou um cartum meu na edição de hoje (31/05), na página B2, na seção Mercado Aberto, da Maria Cristina Frias.

quarta-feira, outubro 08, 2008

Crise II

O capitalismo concentra a riqueza na mão de poucos.

O socialismo democratiza a pobreza entre muitos.

A crise é uma oportunidade do capitalismo democratizar a pobreza e do socialismo concentrar ainda mais a riqueza na mão de poucos.

Crise

A mão invisível que rege o mercado financeiro bateu a carteira dos investidores.

A pedagogia dos corrompidos