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domingo, agosto 20, 2017
domingo, dezembro 22, 2013
Turistas brasileiros nos EUA
Turistas brasileiros nos EUA, tema do meu cartum de hoje na coluna Mercado Aberto da Folha de S. Paulo, página B2.
domingo, dezembro 15, 2013
É natal
O meu cartum de hoje na coluna Mercado Aberto da Folha de S. Paulo é sobre o natal. Ou quase isso. Página B2.
quinta-feira, agosto 01, 2013
Blue chip ou small cap?
Você é blue chip ou small cap? Este é o tema do cartum publicado hoje na Coluna Mercado Aberto da Folha de S. Paulo (página B2).
sexta-feira, julho 26, 2013
PIB
Em tempo: a Folha de S. Paulo publicou um cartum meu sobre PIB e pré-sal na Coluna Mercado Aberto de hoje:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/2013/07/1316827-mg-tera-shopping-para-atacado-de-r-280-mi.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/2013/07/1316827-mg-tera-shopping-para-atacado-de-r-280-mi.shtml
segunda-feira, maio 13, 2013
O maior fundamento da economia
Hoje, a coluna Mercado Aberto, da Folha de S. Paulo, publicou um cartum meu sobre o principal fundamento da economia. Tá lá na página b2.
Um abraço,
Marcelo de Andrade (Mandrade)
Um abraço,
Marcelo de Andrade (Mandrade)
terça-feira, janeiro 10, 2012
terça-feira, dezembro 13, 2011
terça-feira, abril 19, 2011
Mercado Financeiro e o Entretenimento
Estatísticos e engenheiros tem queimado boa parte de sua massa cizenta construindo modelos matemáticos para prever o comportamento do mercado financeiro e das ações comercializadas. Tudo muito científico e racional. Mas a verdade é que o comportamento das bolsas tem um componente imponderável e decisivo, que é a percepção dos investidores e analistas financeiros sobre as empresas, seus negócios, cenários e oportunidades. Isso é subjetivo.
O sujeito tem uma noite horrível, acorda com o pé esquerdo e o mundo para ele vira um inferno naquele dia. Seu juízo para os negócios está comprometido. Se, por outro lado, ele, por alguma razão íntima e aleatória, se simpatiza com alguma empresa, faz boas resenhas sobre ela em seu relatório. Portanto, é o humor, paixão e ódio das pessoas, coisas bem mundanas e nada algorítmicas, é que determinam a oscilação dos indicadores do mercado financeiro.
Em vez de contratar executivos financeiros para cuidar do relacionamento com seus investidores, acionistas e analistas, as empresas deveriam requisitar os préstimos do pessoal de entretenimento: cantores, atores e atrizes, roteiristas e diretores de cinema, especialistas no encantamento e sedução das massas. Esse pessoal está plenamente capacitado para influenciar os influenciadores. Desde os tempos da Grécia Antiga, passando por Roma e Guerra Fria, é essa turma que comanda o ânimo das multidões.
Aliás, o relacionamento dos profissionais de entretenimento com a ciranda financeira não é recente. Mick Jagger largou o curso de economia para cair na estrada com sua banda (não é à toa que as turnês deles sempre estão entre as mais rentáveis). O performático e versátil David Bowie já abriu um banco, o Bowie Bank. E o Bono Vox tem uma empresa de private equity, a Elevation Partners. Todos artistas e executivos bem-sucedidos.
Imaginem o sucesso que não seria uma assembléia-geral mediada por um comediante de stand up?
O sujeito tem uma noite horrível, acorda com o pé esquerdo e o mundo para ele vira um inferno naquele dia. Seu juízo para os negócios está comprometido. Se, por outro lado, ele, por alguma razão íntima e aleatória, se simpatiza com alguma empresa, faz boas resenhas sobre ela em seu relatório. Portanto, é o humor, paixão e ódio das pessoas, coisas bem mundanas e nada algorítmicas, é que determinam a oscilação dos indicadores do mercado financeiro.
Em vez de contratar executivos financeiros para cuidar do relacionamento com seus investidores, acionistas e analistas, as empresas deveriam requisitar os préstimos do pessoal de entretenimento: cantores, atores e atrizes, roteiristas e diretores de cinema, especialistas no encantamento e sedução das massas. Esse pessoal está plenamente capacitado para influenciar os influenciadores. Desde os tempos da Grécia Antiga, passando por Roma e Guerra Fria, é essa turma que comanda o ânimo das multidões.
Aliás, o relacionamento dos profissionais de entretenimento com a ciranda financeira não é recente. Mick Jagger largou o curso de economia para cair na estrada com sua banda (não é à toa que as turnês deles sempre estão entre as mais rentáveis). O performático e versátil David Bowie já abriu um banco, o Bowie Bank. E o Bono Vox tem uma empresa de private equity, a Elevation Partners. Todos artistas e executivos bem-sucedidos.
Imaginem o sucesso que não seria uma assembléia-geral mediada por um comediante de stand up?
terça-feira, março 29, 2011
segunda-feira, março 14, 2011
terça-feira, janeiro 25, 2011
segunda-feira, dezembro 13, 2010
segunda-feira, maio 31, 2010
Eu na Folha de S. Paulo de 31/05
A Folha de S. Paulo publicou um cartum meu na edição de hoje (31/05), na página B2, na seção Mercado Aberto, da Maria Cristina Frias.
quarta-feira, outubro 08, 2008
Crise II
O capitalismo concentra a riqueza na mão de poucos.
O socialismo democratiza a pobreza entre muitos.
A crise é uma oportunidade do capitalismo democratizar a pobreza e do socialismo concentrar ainda mais a riqueza na mão de poucos.
O socialismo democratiza a pobreza entre muitos.
A crise é uma oportunidade do capitalismo democratizar a pobreza e do socialismo concentrar ainda mais a riqueza na mão de poucos.
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