No 2º Batalhão da Polícia do Exército, em São Paulo, a tropa permanecia de prontidão, sentada no chão manchado de óleo do pátio das viaturas.
O ar estava pesado. Poderia até ser furado com uma baioneta dos fuzis fabricados na década de 60, que os soldados usavam.
Uma hora, um recruta pergunta ao capitão: - Capitão, mas e se o Lula ganhar?
O capitão pensa alguns segundos e, olhando para o nada, responde: - Nós estamos aqui para garantir a segurança pública.
Até hoje o recruta não sabe o que o oficial quis dizer com aquilo.