Mostrando postagens com marcador exército. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador exército. Mostrar todas as postagens

terça-feira, dezembro 21, 2010

Poesia militar

As letras enfileiradas

formam uma tropa estática.

Os olhos passam em revista

a infantaria ortográfica.

sexta-feira, maio 22, 2009

Memórias da caserna: Lula x Collor

Novembro de 1989.  Às vésperas da eleição que colocaria Collor na Presidência em detrimento de Lula,  as Forças Armadas estavam aquarteladas.

No 2º Batalhão da Polícia do Exército, em São Paulo,  a tropa permanecia de prontidão, sentada no chão manchado de óleo do pátio das viaturas. 

O ar estava pesado. Poderia até ser furado com uma baioneta dos fuzis fabricados na década de 60, que os soldados usavam. 

Uma hora, um recruta pergunta ao capitão: - Capitão, mas e se o Lula ganhar?

O capitão pensa alguns segundos e, olhando para o nada,  responde: - Nós estamos aqui para garantir a segurança pública.

Até hoje o recruta não sabe  o que o oficial  quis dizer com aquilo.

quinta-feira, abril 09, 2009

The Smiths no Exército Brasileiro

Corria o ano de 1989.  No quartel do 2º Batalhão de Polícia do Exército - para mais informações sobre essa divisão do Exército no livro Brasil Nunca Mais - os oficiais e praças se ocupavam em  manter os recrutas ocupados. Ea disciplina era mantida à base de punições.

O pelotão de Comunicação não fugia à regra. Todos tinham de mostrar serviço, ou pelo menos fingir isso.

A pretexto de fazer manutenção nos equipamentos, um dos soldados do pelotão de Comunicação montou a vitrola de campanha. 

E foi numa dessas tardes que os Smiths, secretamente, se infiltraram  em um quartel do Exército brasileiro.


 

A pedagogia dos corrompidos