terça-feira, maio 05, 2009

Experiência de quase-morte

Tirar um mês de férias hoje é como dar entrada em uma UTI. 
Você nunca sabe se o seu emprego continuará vivo no final das contas.

segunda-feira, abril 27, 2009

Esquizofrenia digital

- Dr., eu estou sendo seguido!
- Conte-me mais...
- Seguem cada passo meu. Para onde vou, sempre tem alguém atrás de mim.
- Interessante. E quantos te seguem?
- Muitos, doutor. E a cada dia tem mais. Não sei o que fazer.... É um policiamento danado. 
- E eles te dizem alguma coisa?.
- Sim, doutor. Elogiam, xingam. Uma hora dizem que me amam; em outra, que me odeiam. Já noutro momento, as duas coisas: que me odeiam e amam. 
-É muito doido, isso...
- O quê? O senhor me chamou de doido?
- Sim, quero dizer, não... Doida é essa situação...
- É o que estou lhe dizendo, doutor. É grave?
- É cedo para fazer qualquer diagnóstico. Vamos monitorar.... (escreve no papel).
- O que o senhor está me receitando?
- Um diretor de mídia social.  
- Ahn? Isso é tudo?
- E um mês sem acessar o Twitter. 

Quem assombra quem?

O problema não são os mortos. 

São os vivos.

sábado, abril 25, 2009

"Mortos" usam aparelho de telefone convencional em vez do celular

Troquei figurinhas com Sônia Rinaldi, estudiosa em transcomunicação instrumental. Ela registra em seus arquivos inúmeros casos de mensagens de pessoas desencarnadas, captadas por  diversos meios: telefone, fax, gravador, rádio, televisão e computador, etc.. Todas essas evidências são apuradas por ela e seus colegas com rigor científico. O intuito da sua pesquisa é comprovar que existe vida após a morte.

Perguntei a ela se os espíritos estavam também utilizando a telefonia celular para contato com os que estão no lado de cá. Ela disse que tem notícia apenas de um caso de uma mensagem deixada em uma caixa postal. Mas, nesse caso, o meio usado não foi a linha propriamente dita.  O mesmo ocorre, até com mais frequência, de mensagens deixadas em secretarias eletrônicas – o que, de novo, não implica no uso da linha. “Quando a secretária é acionada por alguém que vai deixar uma mensagem, os ‘falecidos’ entram junto, gerando, por vezes, mensagens mescladas e não tão claras”, diz a pesquisadora.

Sônia usa o telefone para fazer gravações do Além. Porém, segundo ela, o telefone conectado diretamente ao computador só é usado para dar sinal de linha.  “O telefone simplesmente substitui um microfone”, explica.

“Pelo jeito, o uso do telefone realmente como telefone, ou do celular, ainda não está em voga entre os falecidos. Dizem que nos anos 20, um carioca de nome Oscar D´Argonnel obtinha contatos por esse meio. Esses contatos estão relatados no seu livro Contatos com o Além pelo Telefone", acrescenta a estudiosa.

A pedagogia dos corrompidos