- Mãe, você me ama? - Claro, filho! Que pergunta! Te amo demais. - Mesmo se eu fizesse algo errado? - Sim, filho. Isso não quer dizer que eu apoiaria o seu erro, mas continuaria te amando, apesar de tudo. - Mesmo se eu virasse um drogado? - Sim, filho, mesmo se consumisse drogas. - Mesmo se eu roubasse? - Filho, eu continuaria te amando, mesmo se você enveredasse pelo crime, apesar do imenso desgosto que isso me causaria. - Mesmo se eu matasse ou fosse preso? - Mesmo se você tirasse a vida de alguém ou fosse preso, embora eu possa não aceitar os crimes que cometeu. - Pensei que me amasse mesmo, mãe. - Mas não acabei de dizer que continuaria te amando, mesmo se você cometesse faltas terríveis? - Se você me amasse mesmo, mamãe, primeiro procuraria me educar para que eu não fosse drogado, bandido ou assassino.