No 2º Batalhão da Polícia do Exército, em São Paulo, a tropa permanecia de prontidão, sentada no chão manchado de óleo do pátio das viaturas.
O ar estava pesado. Poderia até ser furado com uma baioneta dos fuzis fabricados na década de 60, que os soldados usavam.
Uma hora, um recruta pergunta ao capitão: - Capitão, mas e se o Lula ganhar?
O capitão pensa alguns segundos e, olhando para o nada, responde: - Nós estamos aqui para garantir a segurança pública.
Até hoje o recruta não sabe o que o oficial quis dizer com aquilo.
3 comentários:
Tenho uma pista: Como disseram que a esperança ia vencer o medo (isso bem depois), não precisou de polícia. Estamos esperando até hoje essa batalha terminar. Paz e bem.
Valeu a visita, Uai Mundo.
Fantástica lembrança, combatente... Você precisa escrever algo sobre aquela fatídica palestra daquele Cap. que era gago, da primeira companhia, falando sobre o Movimento Comunista Internacional!
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